Quem está por trás
Contador. Quinze anos dentro de escritório de contabilidade, antes de implantar em um.
A KSG não nasceu de fora do setor olhando para dentro. Nasceu de dentro.
O começo, no tempo do papel
Comecei aos 15 anos no escritório de contabilidade da minha família, quando ainda era tudo em papel. Descobri o mundo da contabilidade arquivando, no meio de guias de INSS, FGTS e impostos federais, estaduais e municipais. Ali, sem perceber, aprendi o dia a dia de um escritório: o que chega, o que vence, e o que não pode atrasar.
Fiz o técnico em contabilidade e comecei a digitar nota fiscal e a cadastrar funcionário no livro. Com o tempo vieram funções mais técnicas, como assistente, sempre com empresas do Simples Nacional.
A formação, e a primeira saída
Foram cinco anos de graduação em contabilidade na Unisinos até me formar contador. Depois saí do escritório para uma função mais específica: o departamento fiscal de uma concessionária de automóveis. Lá eu organizava nota, ajustava parâmetro de sistema e preparava as declarações acessórias federais, estaduais e municipais.
Seis anos no Exército
Aos 24 fui servir como sargento técnico temporário. O maior aprendizado não foi técnico: foi compromisso com a missão, disciplina, foco e liderança. Naquele tempo fui as duas coisas ao mesmo tempo, alguém sujeito à autoridade e alguém que comandava quem estava abaixo. Foram seis anos, e foram bons.
A volta ao escritório
Voltei a convite do meu irmão, com o objetivo de levar o escritório a outro patamar. Foi o tempo em que mais cresci em vendas e em atendimento ao cliente: agora com outra maturidade, consegui agregar ali e implantar serviços novos.
O corporativo, e o que ele ensinou
Depois fui para um cenário corporativo, numa escola de negócios, atuando como closer: conduzindo reuniões e prospectando. Foi um tempo de crescer em vendas e em dinâmica comercial, e foi ali que construí minhas primeiras ferramentas de IA. A operação era nova e não vingou, e a saída de lá é a origem deste negócio.
Por que a KSG existe
Eu vi de perto o que trava um escritório: o trabalho atrasado, a mão de obra qualificada que não se acha, a margem que a multa come. Não faltava competência. Faltava estrutura. Os grandes tinham tecnologia e processo; os pequenos tinham só o esforço das pessoas.
A KSG existe para acabar com essa diferença.
Nunca prometeria a um cliente algo que eu não pudesse entregar. Por isso o maior ativo aqui é o método: a forma de diagnosticar, e a proposta sempre alinhada no que dá e no que não dá para fazer.
Quer conversar sobre a sua operação?
Uma conversa de diagnóstico, sem compromisso. Se o caso não for o seu, a gente diz isso na hora, de graça.