Contabilidade · hoje
É onde a KSG começou e onde o método está mais rodado. Aqui o gargalo tem nome conhecido: conferir o que o sistema devolveu, mover arquivo de pasta em pasta, abrir nota uma a uma e cobrar quem não mandou documento.
Soluções
Não existe um catálogo de produtos aqui. Existe um método, e ele começa igual em qualquer setor: entender onde a operação trava.
Como o trabalho anda
Sempre nesta ordem, e sempre começando pela operação, nunca pela ferramenta.
Onde o trabalho para, volta, ou precisa de mais gente para andar. É observação de processo, não diagnóstico de ferramenta.
O que ele mostra, o que ele esconde e o que ele obriga alguém a fazer à mão para funcionar.
Como aquilo passa a acontecer, com o que é de máquina separado do que é de gente.
Os agentes que operam, as ligações entre sistemas que não se falam, e os gráficos que mostram o que ninguém conseguia ver.
O que muda de uma porta para a outra é o vocabulário do setor e o formato do que sai. O trabalho por dentro é o mesmo.
Contabilidade · hoje
É onde a KSG começou e onde o método está mais rodado. Aqui o gargalo tem nome conhecido: conferir o que o sistema devolveu, mover arquivo de pasta em pasta, abrir nota uma a uma e cobrar quem não mandou documento.
Jurídico · a próxima
Mesma estrutura, outro vocabulário: prazo, andamento, documento que precisa existir antes de outro. A KSG está preparando esta porta, e prefere dizer isso a anunciar experiência que ainda não tem.
Sob medida · outros setores
Quando a operação não é contábil nem jurídica, o método não muda. Muda o que sai dele: agentes feitos para a sua rotina, ligação entre sistemas que hoje não se falam, integrações que acabam com a digitação dupla, e visualizações novas sobre um dado que a empresa já tinha e não enxergava.
É a pergunta certa, e ela se responde olhando a sua operação, não escolhendo de um menu. A conversa de diagnóstico existe para isso.